Neste
mês de tantas festas espirituais, a última é a Reforma do Sec. XVI. Transcrevemos
pois, o texto do Rev. Alderi S. Matos:
“Martinho Lutero nasceu em 1483 na pequena cidade
de Eisleben, na Turíngia, em um lar muito religioso. Seu pai trabalhava nas minas
e a família tinha uma vida confortável. Inicialmente, o jovem pretendeu seguir
a carreira jurídica, mas em 1505 defrontou-se com a morte em uma tempestade e resolveu
abraçar a vida religiosa. Ingressou no mosteiro agostiniano de Erfurt, onde se
dedicou a uma intensa busca da salvação. Em 1512, tornou-se professor da
Universidade de Wittenberg, onde passou a ministrar cursos sobre vários livros
da Bíblia, como Gálatas e Romanos. Isso lhe deu um novo entendimento acerca da
“justiça de Deus”: ela não era simplesmente uma expressão da severidade de
Deus, mas do seu amor que justifica o pecador mediante a fé em Jesus Cristo
(Rom 1.17).
No dia 31 de outubro de 1517, diante da
venda das indulgências por João Tetzel, Lutero afixou à porta da igreja de
Wittenberg as suas Noventa e Cinco Teses, a maneira usual de convidar-se uma
comunidade acadêmica para debater algum assunto. Logo, uma cópia das teses chegou
às mãos do arcebispo, que as enviou a Roma. No ano seguinte, Lutero foi
convocado para ir a Roma a fim de responder à acusação de heresia. Recusando-se
a ir, foi entrevistado pelo cardeal Cajetano e manteve as suas posições. Em
1519, Lutero participou de um debate em Leipzig com o dominicano João Eck, no
qual defendeu o pré-reformador João Hus e afirmou que os concílios e os papas
podiam errar.
Em 1520, ... Lutero escreveu várias obras
importantes, especialmente três: À Nobreza Cristã da Nação Alemã, O Cativeiro
Babilônico da Igreja e A Liberdade do Cristão....”
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No
dia 31 de outubro, estaremos todos neste templo agradecendo a Deus pela reforma
da Igreja. Rev. Arnaldo
Matias











